Tempo seco compromete canaviais e soluções biológicas ganham protagonismo no manejo

A estiagem impacta o cultivo da cana-de-açúcar. Com ciclo produtivo de aproximadamente cinco anos, o canavial apresenta redução significativa de crescimento em períodos de pouca chuva. “Estima-se que o estresse hídrico severo resulte em prejuízo de 5% a 15% em produção”, assinala Antônio Gonçalves, gerente de marketing da BIOTROP.

Canaviais que atravessam longo período de estiagem não se desenvolvem de maneira adequada, devido a problemas na brotação, perda de vigor e consequente aumento de vulnerabilidade. A estiagem prolongada resulta, ainda, em menor atividade biológica do solo, redução da absorção de nutrientes e deficiência do crescimento radicular.

O impacto causado varia de acordo com o nível de estresse hídrico que a lavoura enfrenta. Áreas de Cerrado são mais desafiadas devido à estação seca bem definida, que vai de abril a outubro. Outras regiões de transição também sofrem com maior desafio hídrico, como o norte de Goiás, o norte e o oeste de São Paulo e Minas Gerais.

Manejo biológico da cana-de-açúcar é destaque da BIOTROP no Coplacampo

Evento promovido pela Coplacana acontece entre 23 e 27 de fevereiro, em Piracicaba (SP) 

Entre os destaques do Coplacampo está o uso de bioinsumos na cultura da cana-de-açúcar, tema que ganha relevância com a participação da BIOTROP, empresa líder em tecnologias biológicas para a agricultura. O evento acontece em Piracicaba (SP), entre os dias 23 e 27 de fevereiro, e é promovido pela Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana). 

Estudo inédito revela vantagem ambiental dos insumos biológicos frente aos químicos

 Estudo conduzido pelo Bureau Veritas avaliou a pegada de carbono do Bombardeiro, biofungicida multissítio da BIOTROP. A análise considerou o tratamento de um hectare ao longo de um ciclo completo e comparou suas emissões às de dois fungicidas químicos de princípios ativos amplamente utilizados no mercado. O biofungicida da BIOTROP apresentou pegada de carbono de 6,61 kg de CO₂ por hectare tratado, enquanto os fungicidas químicos avaliados registraram 13,8 kg de CO₂/ha (ingrediente ativo: Mancozebe) e 18,80 kg de CO₂/ha (princípio ativo: Clorotalonil). Na prática, isso representa redução de até 65% nas emissões de gases de efeito estufa quando comparado ao manejo químico convencional. O impacto climático foi mensurado pelo indicador GWP100 (Potencial de Aquecimento Global em 100 anos), que converte todas as emissões de gases de efeito estufa em valor equivalente de CO₂. 

BIOTROP supera os padrões de gestão ambiental e recebe Certificação Ouro em Gestão Lixo Zero

Com o índice real de reciclagem em 97% suas unidades industriais, a BIOTROP, empresa líder em soluções biológicas e naturais para agricultura, superou os padrões de gestão ambiental preconizados pelo Instituto Lixo Zero e recebe a Certificação Ouro do Sistema de Gestão Lixo Zero, com reconhecimento internacional.

A Certificação do Instituto Lixo Zero exige que pelo menos 90% dos resíduos sejam encaminhados para reutilização, reciclagem ou compostagem. “Atingimos escore expressivamente superior, o que mostra o comprometimento da empresa, incluindo liderança e colaboradores, na gestão ambiental”, assinala Isabele Aleluia, analista de ESG da BIOTROP.

BIOTROP leva o poder dos biológicos ao 38° Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR)

Líder em tecnologias biológicas para a agricultura, a BIOTROP estará na 38ª edição do Show Rural Coopavel, de 9 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR), com o foco de disseminar conhecimento para aumento da produção sustentável, com respeito ao meio ambiente e às pessoas. Nesse sentido, a presença da empresa no evento também objetiva a troca de experiências com agricultores e profissionais.

Tecnologias biológicas barram a cigarrinha-do-milho, reduzem a resistência e elevam a sanidade da lavoura

A cigarrinha-do-milho (Daubulus maidis) representa um importante desafio fitossanitário para a produtividade do milho. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), apenas 10 cigarrinhas por planta são suficientes para comprometer seriamente a produtividade da cultura. “Esse dano resulta do enfezamento patógeno transmitido por este inseto, que impede a correta absorção de nutrientes”, explica a engenheira agrônoma Lauany Cavalcante, coordenadora de portfólio da BIOTROP.

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