

A terceira edição da Hortinov já tem data confirmada: o evento aberto será realizado de 17 a 19 de junho de 2026, das 13 às 16h. Consolidada como uma experiência inovadora no campo, a Hortinov é um evento técnico voltado à horticultura sustentável, promovido pela BIOTROP em parceria com a Sakata que reúne em um mesmo ambiente inovações genéticas em hortaliças e soluções biológicas para os cultivos.
A iniciativa acontece em paralelo à tradicional Hortitec, realizada anualmente em Holambra (SP). Localizada a apenas 15 minutos da feira, em Santo Antônio de Posse (SP), a Hortinov proporcionará aos participantes uma experiência completa ao unir a visita ao campo com a programação da Hortitec, que contará, como de costume, com os tradicionais estandes institucionais da BIOTROP e da Sakata.

Jonas Hipólito foi reconhecido como influente na categoria Indústria em 2026
Presidente e cofundador da BIOTROP, Jonas Hipólito foi reconhecido pelo Grupo Mídia como um dos 100 mais influentes do agronegócio na categoria Indústria. A premiação foi realizada em 28 de abril, no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP). Anualmente, o Grupo Mídia reconhece lideranças que influenciam efetivamente o desenvolvimento do agronegócio brasileiro em diferentes áreas.

Na última sexta-feira, 24/04, representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e da empresa Biotrop firmaram uma parceria com o objetivo de ampliar o uso de bioinsumos na cadeia produtiva do algodão brasileiro. A iniciativa é vista como uma alternativa ao uso de defensivos químicos no manejo de pragas da cultura, entre elas o bicudo do algodoeiro.

O cultivo do sorgo na safrinha tem avançado no Brasil. No ciclo 2024/2025, a produção atingiu 5,9 milhões de toneladas, crescimento de 35% em relação ao ciclo anterior. Com sistema radicular que pode alcançar até dois metros de profundidade, a cultura se destaca pela maior tolerância a condições de estresse hídrico e térmico, além do menor custo de produção. Atualmente, é utilizada principalmente na alimentação animal e, de forma crescente, também na produção de etanol. Essa maior tolerância, no entanto, não significa ausência de risco. Em cenários de seca prolongada e temperaturas elevadas, o sorgo também sofre impactos fisiológicos que podem comprometer o desenvolvimento da planta e reduzir o potencial produtivo.“O manejo biológico no sorgo, desde o tratamento de sementes, contribui para mitigar os efeitos do estresse hídrico e fortalecer o desenvolvimento inicial da cultura”, explica Latoya Ruschel, engenheira de bioprocessos e desenvolvedora de mercado da BIOTROP.

O presidente da BIOTROP, Jonas Hipólito, foi listado entre os homenageados da categoria Indústria no Prêmio 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026, promovido pelo Grupo Mídia. A premiação reconhece lideranças que contribuem para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro e influenciam os rumos do setor.
Cofundador da BIOTROP, Jonas assumiu a presidência em janeiro de 2025, sucedendo Antonio Carlos Zem, fundador da empresa. Desde então, a BIOTROP tem avançado em sua estratégia de expansão internacional e fortalecimento da presença global no mercado de soluções biológicas. Entre os movimentos recentes está a incorporação da divisão da BioWorks, do grupo BioFirst, nos Estados Unidos, além da realização do primeiro fórum internacional sobre biológicos promovido pela empresa em Bruxelas, na Bélgica.

Entre 9 e 13 de março, em Não-Me-Toque (RS), será realizada a 26ª Expodireto Cotrijal, uma das mais importantes feiras do agronegócio brasileiro. A BIOTROP, empresa líder em tecnologias biológicas para a agricultura, estará no evento para conscientizar os agricultores gaúchos sobre a importância da adoção do manejo biológico para proteger os cultivos contra doenças e pragas e potencializar a produtividade das lavouras.
“O agricultor pode utilizar as soluções biológicas para dois fins: proteger seus cultivos e consequentemente colher ótimos resultados”, assinala Cézar Farias, gerente de marketing da BIOTROP. Os bioinsumos possibilitam à planta ter condições favoráveis para expressar todo o seu potencial produtivo, mesmo em situações adversas.

A estiagem impacta o cultivo da cana-de-açúcar. Com ciclo produtivo de aproximadamente cinco anos, o canavial apresenta redução significativa de crescimento em períodos de pouca chuva. “Estima-se que o estresse hídrico severo resulte em prejuízo de 5% a 15% em produção”, assinala Antônio Gonçalves, gerente de marketing da BIOTROP.
Canaviais que atravessam longo período de estiagem não se desenvolvem de maneira adequada, devido a problemas na brotação, perda de vigor e consequente aumento de vulnerabilidade. A estiagem prolongada resulta, ainda, em menor atividade biológica do solo, redução da absorção de nutrientes e deficiência do crescimento radicular.
O impacto causado varia de acordo com o nível de estresse hídrico que a lavoura enfrenta. Áreas de Cerrado são mais desafiadas devido à estação seca bem definida, que vai de abril a outubro. Outras regiões de transição também sofrem com maior desafio hídrico, como o norte de Goiás, o norte e o oeste de São Paulo e Minas Gerais.

Empresas brasileiras e europeias trocam experiências sobre produção sustentável no I Fórum de Biosoluções, realizado pela BIOTROP em Bruxelas Atvos, Coruripe, Cocal e Pedra Agroindustrial

Evento promovido pela Coplacana acontece entre 23 e 27 de fevereiro, em Piracicaba (SP)
Entre os destaques do Coplacampo está o uso de bioinsumos na cultura da cana-de-açúcar, tema que ganha relevância com a participação da BIOTROP, empresa líder em tecnologias biológicas para a agricultura. O evento acontece em Piracicaba (SP), entre os dias 23 e 27 de fevereiro, e é promovido pela Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana).

Estudo conduzido pelo Bureau Veritas avaliou a pegada de carbono do Bombardeiro, biofungicida multissítio da BIOTROP. A análise considerou o tratamento de um hectare ao longo de um ciclo completo e comparou suas emissões às de dois fungicidas químicos de princípios ativos amplamente utilizados no mercado. O biofungicida da BIOTROP apresentou pegada de carbono de 6,61 kg de CO₂ por hectare tratado, enquanto os fungicidas químicos avaliados registraram 13,8 kg de CO₂/ha (ingrediente ativo: Mancozebe) e 18,80 kg de CO₂/ha (princípio ativo: Clorotalonil). Na prática, isso representa redução de até 65% nas emissões de gases de efeito estufa quando comparado ao manejo químico convencional. O impacto climático foi mensurado pelo indicador GWP100 (Potencial de Aquecimento Global em 100 anos), que converte todas as emissões de gases de efeito estufa em valor equivalente de CO₂.

Com o índice real de reciclagem em 97% suas unidades industriais, a BIOTROP, empresa líder em soluções biológicas e naturais para agricultura, superou os padrões de gestão ambiental preconizados pelo Instituto Lixo Zero e recebe a Certificação Ouro do Sistema de Gestão Lixo Zero, com reconhecimento internacional.
A Certificação do Instituto Lixo Zero exige que pelo menos 90% dos resíduos sejam encaminhados para reutilização, reciclagem ou compostagem. “Atingimos escore expressivamente superior, o que mostra o comprometimento da empresa, incluindo liderança e colaboradores, na gestão ambiental”, assinala Isabele Aleluia, analista de ESG da BIOTROP.

Líder em tecnologias biológicas para a agricultura, a BIOTROP estará na 38ª edição do Show Rural Coopavel, de 9 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR), com o foco de disseminar conhecimento para aumento da produção sustentável, com respeito ao meio ambiente e às pessoas. Nesse sentido, a presença da empresa no evento também objetiva a troca de experiências com agricultores e profissionais.
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